Brian Cox, Simon Pegg e mais atores britânicos protestam a favor greve nos EUA

Paralisação da classe parece estar longe do fim

Os astros britânicos Brian Cox e Simon Pegg participaram de manifestações em apoio à greve dos atores de Hollywood. Cox, que pertence a outro sindicato, defendeu a classe e criticou propostas para o uso de inteligência artificial.

“Os salários são uma coisa, mas o pior aspecto é toda a ideia de IA e o que a IA pode fazer por nós”, disse Cox durante a manifestação. A discussão da IA veio após sugestões de estúdios para captarem imagem e voz dos atores e usá-las livremente para sempre.

A greve dos atores foi iniciada em 13 de julho, após se esgotarem as possibilidades de negociação com os estúdios. Entre as demandas, os principais focos de discussão são os ganhos residuais. Como o ator Sean Gunn bem explicou recentemente, usando o caso de seu trabalho na série Gilmore Girls, ele recebe um valor fixo da Warner Bros Discovery pela simples inclusão da série na plataforma Netflix, independentemente do sucesso ou audiência da produção — assim como todos os elencos em diferentes produções já encerradas.

Para os atores, os ganhos residuais por seus trabalhos disponibilizados nas plataformas deveriam ser dependentes da popularidade de cada produção e valor da produção para a empresa. A ideia é que exista algum tipo de substituto para o fim das reprises televisivas, que antes representam fontes de renda substanciais para atores e roteiristas.

Ainda não há perspectiva para o fim das greves de atores e roteiristas em Hollywood.

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