Morte de Natali completa dois meses e mãe desabafa: 'todos os dias dói meu coração'

Vivendo dias dolorosos: é assim que em sido a vida da copeira Tatiane, 35 anos, mãe de Natali Gabrielli da Silva de Souza, de 18 anos, assassinada no dia 1° de julho, no bairro Lageado, em Campo Grande.

Nesta sexta-feira (1°), o crime completa 2 meses. 

Nas redes sociais, Tatiane expressa a fala que a filha faz.

“Hoje completa exatamente 2 meses que você se foi. Eu vivo todos os dias com uma dor no meu coração. O dia que você, filha, partiu foi o momento mais difícil da minha vida. Penso em você todos os dias, converso com Deus, conto como sinto sua falta. Sei que você está ao lado de Deus, e isso é a única coisa que me conforta. Oro todos os dias para que você descanse em paz”, publicou a mãe.

Natali foi morta a facadas pelo marido Cléber Correa Gomes, de 30 anos.

“Sei que vou conviver para sempre com esta tristeza e não há nada neste mundo que possa me reconfortar. Um dia, iremos nos encontrar minha filha e eu vou abraçar você para nunca mais deixar você ir para longe de mim. Te amo meu amor eternamente”, postou a mãe.

Ajuda

Tatiane disse ao TopMídiaNews que ficou com a guarda da netinha, que tem pouco mais de 1 aninho.

“Ela chama muito pela mãezinha dela. Se ela escuta o nome da mãe dela, às vezes vou chamar minha outra filha e confundo. Minha filha que faleceu se chamava Natali Gabrielli, eu a chamava de Gabrielli. Às vezes confundo e chamo minha outra filha de Gabrielli e minha netinha fica procurando, ela fica olhando para ver se encontra a mãezinha”, diz Tatiane emocionada.
Segundo a avó, a bebê tem bronquiolite e precisa tomar medicamentos com frequência.

Bronquiolite uma doença em que os bronquíolos, que são estruturas que fazem parte dos pulmões, ficam inflamados por conta de um contato com um vírus. Ela acaba por gerar um acúmulo de líquidos nos pulmões.

“Ela tem dificuldade de respirar. Exige muito cuidado. Eu trabalho, mas tenho todo cuidado com ela. Ela já ficou internada antes da minha filha falecer. Foi intubada. Os cuidados têm sido dobrados. Eu preciso de ajuda porque tem que comprar remédio, fralda, essas coisas.  Se as pessoas puderem ajudar, um pouquinho de cada um faz diferença muito grande. Hoje eu preciso, amanhã pode ser outra pessoa”, diz a mãe enlutada.

A copeira destaca que toda ajuda será recebida de braços abertos.

“Aqueles que sentirem no coração e puderem ajudar a pequena, hoje ela precisa muito. Hoje ela não tem mais a mãezinha dela, mas eu creio que as pessoas vão nos ajudar e aqueles que puderem, eu agradeço de coração, que Deus venha abençoar e retribuir mais e mais na vida dessas pessoas. Que Deus abençoe grandemente. O Deus que eu sirvo é fiel e ele tem como retribuir na vida de cada um que vai ajudar ou que já ajudou na vidinha dela”, finaliza a mãe de Natali.

Pix para ajudar Tatiane: 67 98208-4239 Nubank.
 



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